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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Uma nova experiência!



Falar de mim mesmo, confesso que não é quando me sinto mais à vontade.
No passado dia 11, segunda feira, o Programa Portugal no Coração da RTP1, convidou-me para dar testemunho da minha actividade de voluntário, longe de Lisboa, em concreto no Sobral de Monte Agraço e Santana de Carnota. Aceitei.

Desde o princípio que vi a oportunidade de divulgação deste encontro bem sucedido de vontades entre quem queria fazer algo em prol das populações info-excluídas e quem poderia facultar os meios.
Há muito que estou convencido ser possível muitas acções deste cariz por todo o Portugal. A limitação denomino de falta de sensibilidade quer dos órgãos autárquicos, quer dos cidadãos que se demitem do exercício solidário de cidadania, se tornaram comodamente fechados em si mesmo. E não são precisas pessoas extraordinárias. Os actos, por mais simples que sejam é que as definem como tal. Estou convencido da existência de talentos em todos nós. É preciso soltar os medos e ousar!
A propósito disto mesmo desafio-vos a procurarem a bolsa do voluntariado aqui mesmo no Sobral, informem-se na Acção Social da Câmara.
Uma tapeçaria bela não é mais que um conjunto de fios entrelaçados, uns finos outros grossos, uns coloridos vivos outros neutros, uns presos outros soltos, que asseguram o efeito final. Um só fio por mais valioso e importante que seja, não constitui a tela, perde-se, dilui-se. Cada um tem o seu papel, um prende, outro dá o colorido, outro o relevo...
No dia a dia, a complementaridade dos nossos actos, de uns e de outros constituem a VIDA. Ninguém por mais importante que seja senão em comunhão com um outro, pode afirmar VIVER. Por vezes estamos adormecidos, distraídos.
Invente-se novas formas de estar, filtre-se o que essencial tem a VIDA, libertem-se os afectos!

SobralSénior foi ao programa, acompanhou-me. Deslumbrados, felizes pela experiência, de um à vontade extraordinário que até pareciam profissionais do Audiovisual! Gostei de vê-los assim com aquele brilhozinho de felicidade nos olhos.
Não foram todos. Os ausentes sentiram-se condignamente representados, tenho a certeza.

Alguns momentos!


















































Afonso (Sobral Sénior)